A ARTE DE REDIGIR

JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO

Ex-Funcionário do Banco do Brasil. Ex-Professor de Matemática e do Curso Pitágoras. Escritor. Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho, BA.

Rua Juraci Magalhães, 274

3º andar—Centro

Caixa Postal 21

45570-000/Ipiaú, BA

Telefone: 73-8801-9014

E-mail: minha-historia@acserv.com.br

HOMEPAGE: www.minhahistoria.net

SKYPE: dutradocarmo

38º CAPÍTULO.
A ARTE DE REDIGIR.

Em vários capítulos do livro, dou especial destaque à Língua Portuguesa, pois sempre a tratei com muito carinho.

O mesmo não acontece com relação aos Diretores de Secretaria das Varas do Trabalho, por exemplo, que dela judiam sem cerimônia. O mais incompreensível e inaceitável de tudo é que em grande parte esses servidores têm curso universitário!

Os Oficiais de Justiça, então, cometem as maiores atrocidades contra nosso vernáculo.

Não existem fórmulas mágicas para se redigir bem. O exercício contínuo, aliado à constante leitura de bons autores e à reflexão, é indispensável para a criação de bons textos.

Enganam-se aqueles que pensam que é fácil escrever. Todos os grandes escritores desmentem o mito da inspiração. Uma das frases mais famosas sobre o assunto afirma o seguinte: “O ato de redigir requer 1% de inspiração e 99% de transpiração”.

Se você se limitar a repetir o que todo mundo escreve, com medo de errar, provavelmente cairá no lugar-comum e na mediocridade. Inove sempre, sem medo. Seja atrevido! A segurança virá aos poucos e com a satisfação de perceber que fez algo seu, com seu próprio padrão de qualidade.

Quer escrever bem? Leia, então, muito e sempre. Ademais, aprende-se a escrever escrevendo. Portanto, é atividade que requer treino, perseverança e até uma boa dose de teimosia. Ninguém nasce sabendo redigir bem.

Escreva na ordem direta, dispense os detalhes irrelevantes e vá diretamente ao que interessa, sem rodeios.

Redigir bem é uma questão de prática, como qualquer outra atividade. Ninguém vai ensiná-lo a pintar segurando os pincéis para você.