JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO
Ex-Funcionário do Banco do Brasil. Ex-Professor de Matemática e do Curso Pitágoras. Escritor. Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho, BA.
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Em vários capítulos do livro, dou especial destaque à Língua Portuguesa, pois sempre a tratei com muito carinho.
O mesmo não acontece com relação aos Diretores de Secretaria das Varas do Trabalho, por exemplo, que dela judiam sem cerimônia. O mais incompreensível e inaceitável de tudo é que em grande parte esses servidores têm curso universitário!
Os Oficiais de Justiça, então, cometem as maiores atrocidades contra nosso vernáculo.
Não existem fórmulas mágicas para se redigir bem. O exercício contínuo, aliado à constante leitura de bons autores e à reflexão, é indispensável para a criação de bons textos.
Enganam-se aqueles que pensam que é fácil escrever. Todos os grandes escritores desmentem o mito da inspiração. Uma das frases mais famosas sobre o assunto afirma o seguinte: “O ato de redigir requer 1% de inspiração e 99% de transpiração”.
Se você se limitar a repetir o que todo mundo escreve, com medo de errar, provavelmente cairá no lugar-comum e na mediocridade. Inove sempre, sem medo. Seja atrevido! A segurança virá aos poucos e com a satisfação de perceber que fez algo seu, com seu próprio padrão de qualidade.
Quer escrever bem? Leia, então, muito e sempre. Ademais, aprende-se a escrever escrevendo. Portanto, é atividade que requer treino, perseverança e até uma boa dose de teimosia. Ninguém nasce sabendo redigir bem.
Escreva na ordem direta, dispense os detalhes irrelevantes e vá diretamente ao que interessa, sem rodeios.
Redigir bem é uma questão de prática, como qualquer outra atividade. Ninguém vai ensiná-lo a pintar segurando os pincéis para você.