JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO
Ex-Funcionário do Banco do Brasil. Ex-Professor de Matemática e do Curso Pitágoras. Escritor. Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho, BA.
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Os textos abaixo, em itálico, são mensagens críticas que mandei ao pessoal do Jornal Nacional e do Jornal da Globo.
Apesar de terem corrigido muitas falhas que apontei, jamais me agradeceram pelas dezenas de colaborações espontâneas; ao contrário, sempre se portaram de maneira boçal e pedante.
Até Jô Soares, que, em suas entrevistas, costumava atalhar seus convidados com o clichê: “sem querer interromper, mas já interrompendo...”, nunca mais pronunciou a frase de terrível mau gosto, que feria de morte sua inteligência. No entanto, foi incapaz de me dizer um “muito obrigado” pelos e-mails que lhe mandei criticando-o pelo uso constante de uma expressão tão infeliz e pobre.
O Jornal Nacional passou a vida inteira mencionando intervalo para horário político sem nunca dizer de quantos minutos seria. Ora, tratava-se de um erro primário, cometido somente por estagiários ou amadores.
O telespectador ia para outro canal e não sabia em que momento deveria voltar para a TV Globo. Conseqüentemente, o tão consagrado noticiário arriscava-se a perder audiência.
Coincidência ou não, depois de mandar vários e-mails ao William Bonner, criticando-o veementemente, já que também é um dos redatores do JN, o Jornal Nacional passou a mencionar o tempo de intervalo de até um minuto e meio!
O Jornal da Globo cometia um erro inaceitável para o PADRÃO GLOBO DE QUALIDADE.
Quando Ana Paula Padrão era ainda sua locutora exclusiva, a abertura do noticiário sempre invocava o nome dela como se ANA PAULA fosse a “rainha da Inglaterra”.
Enviei várias mensagens a algumas pessoas da “retaguarda” do JG, inclusive ao editor-chefe, dizendo-lhes, reiteradamente, que a estrela deveria ser o Jornal da Globo e não ANA PAULA PADRÃO.
Os “caras”, absurdamente, estavam fazendo “marchandaise” da ANA PAULA. O que aconteceu depois? Ela, espertamente, com o nome lá nas alturas, divulgado por absoluta incompetência de sua chefia, rompeu o contrato com a Rede Globo de Televisão e foi ganhar muito mais no SBT.
Perdoe-me, leitor, por repetir a expressão, mas, coincidência ou não, hoje em dia o Jornal da Globo começa sem “paparicar” William Waack e Christiane Pelajo. Jamais, em tempo algum, alguém me agradeceu pelos relevantes serviços que lhes prestei, com inúmeras críticas construtivas.
PREZADO WILLIAM BONNER.
Jornal Nacional de sábado, 4 de janeiro de 2006.
Alexandre Garcia disse (pasme, leitor: para mais de 30 milhões de telespectadores!): "...amanhã TEM desafio internacional...".
Santo Deus, os editores do JN têm que voltar aos bancos escolares, urgentemente, para estudar conjugação verbal, por exemplo!
Já corrigi esse tipo de erro várias vezes e não aprendem?!
É negligência, teimosia, ignorância ou "burrice cavalar"?
Qualquer "ginasiano" sabe que o correto é: HOJE TEM, AMANHÃ TERÁ!
Já pensou se este “e-mail” caísse nas mãos dos "Marinhos", donos da Empresa Globo?
Muitas "cabeças ocas" de executivos incompetentes poderiam "rolar", não é mesmo?
Sempre criticando construtivamente.
"Zé" Carlos.
Ipiaú, BA.
PREZADO WILLIAM BONNER.
FÁTIMA BERNARDES, sua esposa, afirmou, no JN de hoje, segunda-feira, dia 23 de janeiro de 2006:
"As filas (referindo-se ao INSS) se MANTÉM...".
Como pode um erro primário e grosseiro combinar com o "padrão globo de qualidade"?!
Se fosse cometido pelo LULA, ainda se aceitaria, porque ele não se cansa de misturar singular com plural!
É a vigésima vez que corrijo erros gramaticais bobos e inconcebíveis de vocês, que continuam repetindo-os sem qualquer parcimônia!
Informe, urgentemente, aos EDITORES DO JORNAL NACIONAL, que o texto correto que deveria ter sido passado para FÁTIMA seria:
"As filas se MANTÊM...".
Como diria sabiamente o inesquecível Nélson Rodrigues, o caso ora apontado é ÓBVIO E ULULANTE, pois, desde que o mundo é mundo, PLURAL sempre combinou com PLURAL.
Elementar demais! Concorda, meu caro William?
Será que voltaram das férias cansados, já que meu "espírito santo de orelha" acabou de me “soprar” que você é um dos EDITORES do JN?!
Sempre criticando construtivamente.
"Zé" Carlos.
Ipiaú, BA.
CARO WILLIAM BONNER.
Jornal Nacional de terça-feira, dia 14 de março de 2006.
A certa altura do noticiário, um repórter, informando sobre a recuperação das armas pelo exército, afirmou:
"...HÁ CERCA DE 50 minutos...".
Informe a esse bom repórter, justiça lhe seja feita, que a expressão HÁ CERCA DE denota pobreza vocabular, além de seu emprego ser totalmente desnecessário. Portanto, a referida frase é inócua e figura meramente decorativa. Vocês aí da Globo continuam judiando do nosso vernáculo!
Bastaria ao dito repórter dizer: “...HÁ 50 MINUTOS...”
Sempre criticando construtivamente.
"Zé" Carlos.
Ipiaú, BA.
SENHOR EDITOR-CHEFE.
Jornal da Globo de sexta-feira, dia 7 de abril de 2006.
A certa altura do noticiário, William Waack afirmou, com relação aos campeonatos de futebol, que no domingo o Brasil iria conhecer "NOVE campeões regionais".
Logo em seguida, no entanto, Christiane Pelajo disse, para perplexidade de todos os telespectadores da Rede Globo de Televisão, que, na verdade, o Brasil iria conhecer "ONZE campeões regionais".
E o pior de tudo é que os dois apresentadores não tiveram a humildade de consertar o erro antes de terminar a edição do JG.
A propósito: estavam todos dormindo, inclusive o editor-chefe Mariano Boni? Deu amnésia no “cara do ponto”?
Santo Deus, cometeram um erro primário, elementar e inadmissível. Cadê o PADRÃO GLOBO DE QUALIDADE?
Poderiam ter pedido desculpas a todo o Brasil na edição de segunda-feira, dia 10 de abril! Mas não se dignaram a fazê-lo!
Sempre criticando construtivamente.
“Zé” Carlos.
Ipiaú, BA.
CARO WILLIAM BONNER.
Jornal Nacional de sábado, dia 15 de abril de 2006.
Apesar de ter visto somente um "pedaço" deste JN (apenas o último bloco), achei dois erros graves cometidos, respectivamente, por FRANCISCO JOSÉ e "CHICO" PINHEIRO.
Afirmou FRANCISCO JOSÉ:
"AO INVÉS DE aumentar..."
A Língua Portuguesa, uma vez mais agredida e achincalhada, corrige:
"EM VEZ DE aumentar..."
Explicando melhor:
AO INVÉS DE quer dizer AO CONTRÁRIO DE, sentido em completo desacordo com o que pretendia dizer o tarimbado repórter.
Já, EM VEZ DE, significa NO LUGAR DE, que seria exatamente a reprodução fiel e verdadeira do que foi retratado pelo FRANCISCO JOSÉ.
Disse "CHICO" PINHEIRO:
"O Programa COMEÇA...", referindo-se ao Programa Esporte Espetacular de amanhã, domingo, 16 de abril.
Por favor, por caridade, pelo amor das "mãezinhas" de vocês, editores do Jornal Nacional, estão cansando "minha beleza" de tanto corrigir esse tipo de erro, relativamente à conjugação verbal.
Devem ter aprendido desde o pré-escolar (antigo Curso Primário):
COMEÇOU (ontem, passado), COMEÇA (hoje, presente) e COMEÇARÁ (amanhã, futuro).
Portanto, "CHICO" deveria afirmar, corretamente:
"O Programa COMEÇARÁ (ou VAI COMEÇAR)..."
É uma vergonha que um telespectador que nem curso universitário tem fique corrigindo as dezenas de "barbaridades gramaticais" que os editores do Jornal Nacional e do Jornal da Globo cometem com tanta frequência!
Precisam, urgentemente, estudar gramática e, sobretudo, ler muito.
Sempre criticando construtivamente.
"Zé" Carlos.
Ipiaú, BA.
SENHOR EDITOR-CHEFE.
Jornal da Globo de segunda-feira, dia 24 de abril de 2006.
WILLIAM WAACK disse, textualmente:
"A DEVOLUÇÃO de um "Boeing" foi NEGADO..."
Atenção editores do Jornal da Globo:
O vocábulo DEVOLUÇÃO é feminino e, portanto, teria que concordar com o termo NEGADA (e não NEGADO)!
O que estou dizendo é tão óbvio que qualquer estudante do último ano do pré-escolar sabe de "cor e salteado"!
Recentemente, a atual editora-chefe do JG mandou-me um “e-mail”, informando-me que recebe todas as minhas mensagens (diga-se, críticas).
No entanto, parece-me que estou pregando no "vazio", falando para as "paredes", pois os erros continuam a acontecer, de maneira absurda e clamorosa.
Por acaso estariam tomando "aulas" de concordância com o Presidente LULA? Ele é que anda assassinando as mais elementares regras gramaticais!
Não consigo entender como no seio de uma emissora de televisão consagrada no mundo todo, que se arvora em auto-propagar-se como sendo de alto PADRÃO DE QUALIDADE, possa judiar tanto do nosso idioma.
Sempre criticando construtivamente.
"Zé" Carlos.
Ipiaú, BA.
SENHOR EDITOR-CHEFE.
Santo Deus, vocês, do JORNAL DA GLOBO, continuam cometendo erros primários, amadores, do tempo da “Pedra Lascada”.
Afinal, trata-se de PADRÃO GLOBO DE QUALIDADE ou de uma transmissão da TV “PICUMÔ?!
Ontem à noite, terça-feira, dia 16 de maio de 2006, qual fantasma vindo do além, apareceu uma repórter anotando, não se sabe o quê, antes de entrevistar o Presidente da FIESP.
Já cometeram esse tipo de erro dezenas de vezes!
Das duas, uma: ou pensam que o telespectador é idiota e burro, para acreditar nessa história de “repórter de mentirinha” fingir que está anotando alguma coisa, ou, então, alguém daí do JG dormiu o sono da eternidade quando editou a matéria. Jamais poderiam deixar passar aquela “cena” hilária da tarimbada repórter que mais parecia uma estagiária.
Acordem, criaturas!
O que anda fazendo a atual editora-chefe do Jornal da Globo?
Sempre criticando construtivamente.
“Zé” Carlos.
Ipiaú, BA.
CARO WILLIAM BONNER.
Jornal Nacional do dia 6 de setembro de 2006, quarta-feira.
Você errou, William, novamente!
E sua falha foi dupla, já que é, também, um dos editores do JN, confere?
Ao dar uma notícia sobre a Bahia, onde um pai mantinha mulher e filha em cárcere privado, o simpático locutor "inventou, fabricou" o nome de uma cidade da "boa terra" como sendo ITAPETININGA.
Confundiu "alhos com bugalhos", porque tal cidade, com o referido nome, só existe em São Paulo.
Portanto, os editores do Jornal Nacional demonstraram amadorismo e negligência ao deixarem de fazer uma simples e óbvia consulta: o CEP dos Correios.
À noite, o Jornal da Globo, ao dar a mesma notícia, de forma diligente e altamente profissional, corrigiu a besteira que o JN havia feito e pronunciou o nome correto da cidade, ou seja: ITAPETINGA.
Meus sinceros parabéns à retaguarda do JG e a todos os seus editores, que dessa vez brilharam intensamente.
Sempre criticando, e também elogiando, construtivamente.
"Zé" Carlos.
Ipiaú, BA.
WILLIAM BONNER.
Jornal Nacional de terça-feira, dia 31 de outubro de 2006.
Disse sua mulher, FÁTIMA BERNARDES:
"...enfrentou 5º dia de atraso..."
Completamente errado, William!
A presença do artigo definido "o" antes de 5º é indispensável.
Quer saber por quê?
Mande seus redatores tomar curso de Língua Portuguesa!
Muito simples, não?!
Afirmou ERALDO PEREIRA:
"...esperava por informações que não VINHA..."
Santo Deus, por acaso os redatores do JN são "alunos" do Presidente Lula?
Ele é que confunde o emprego de plural com singular a todo o momento.
"...informações... VINHA..." para um público-telespectador de mais de 40 milhões de pessoas foi de "lascar"!
Pelo amor de Deus, o correto é:
"...esperava por informações que não VINHAM..."
Uma vez mais, cometeram erros crassos e grosseiros!
Sempre criticando construtivamente.
"Zé" Carlos.
Ipiaú, BA.
PREZADO WILLIAM BONNER.
Queira aceitar os meus sinceros parabéns por ter-se desculpado pelo erro que o JN cometeu na edição de 29 de dezembro relativamente a uma acentuação indevida na palavra Portuguesa.
Seu gesto foi muito louvável, digno, profissional e grandioso.
No entanto...
O Jornal Nacional e o Jornal da Globo continuam cometendo uma falha amadora, primária.
Ocorre nas entrevistas que os repórteres fazem.
Na edição do Jornal Nacional de terça-feira, 30 de dezembro, apareceu o TONICO FERREIRA entrevistando o EVANILDO BECHARA.
E de forma constrangedora, ridícula e absurda, o TONICO foi filmado fazendo aquelas anotações de mentirinha, já que parte da dita entrevista foi mostrada aos telespectadores, gravada que foi, é claro.
Será que vão continuar cometendo esse erro crasso e grosseiro a vida inteira?
Não é a primeira vez que lhes critico pela mesma “mancada”.
Espero que, finalmente, liguem o “desconfiômetro”!
Cordialmente,
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.
A QUEM DE DIREITO.
O JORNAL NACIONAL e o JORNAL DA GLOBO, ontem, quinta-feira, 4, de mãos dadas, cometeram o mesmo erro.
A cidade baiana onde Valdik Soriano nasceu, meus queridos, chama-se CAETITÉ e não aquele "palavrão" que disseram!
Erro clamoroso de amador e principiante!
Bastava consultar o GOOGLE ou o GUIA POSTAL.
Mas vocês, negligentes como são, e com os egos lá nas alturas, preferiram errar pela "enésima" vez.
É incrível e inacreditável como a TODA PODEROSA já foi corrigida dezenas de vezes por uma pessoa que nem curso universitário tem!
Cordialmente,
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.
BURRICE CAVALAR.
Esta deve ser a 20ª mensagem que envio ao JN e ao JG, abordando o mesmo e cansativo assunto.
Edição do Jornal da Globo de quarta-feira, 4 de fevereiro.
Um mal-orientado e desinformado repórter estava entrevistando um figurão e, ridícula e absurdamente, fingia que anotava alguma coisa.
Só que parte da entrevista foi apresentada no Programa.
Santo Deus, pelo amor de Jesus Cristo, por que, então, esse tipo de erro clamoroso e inadmissível continua acontecendo no Jornal Nacional e no Jornal da Globo?
Se a reportagem foi gravada e parte dela exibida, é uma burrice sem tamanho permitir que o repórter faça papel de bobo da corte.
É uma prova cabal e incontestável de que os Diretores de Jornalismo do JN e do JG são insensíveis, negligentes e, sobretudo, incompetentes.
Será que ninguém enxerga um palmo à frente do próprio nariz?
Ou a vaidade exacerbada e o ego inflado estão tomando conta dos profissionais da Rede Globo de Televisão?
É uma vergonha que um “cara”, que nem curso superior tem, fique corrigindo, reiteradamente, pessoas com formação universitária.
Por que não tomam um curso com o pessoal da ESPN Brasil, que jamais comete tais sandices?
Cordialmente,
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.
CLEBER MACHADO.
Jogo Brasil e Venezuela, domingo, 12 de outubro de 2008.
O CLEBER, todos já sabem, finge que é narrador esportivo, porque, na verdade, ele FALA os lances sem nenhuma emoção ou empolgação. Chega a dá sono no telespectador.
Mas o pior de tudo é quando se mete a dar informações sem ter delas pleno conhecimento de causa.
Cometeu vários erros durante o jogo, nesse sentido, sendo imediatamente corrigido pelo brilhante repórter da TV GLOBO, Mauro Naves.
Em vez de pedir desculpas imediatamente aos telespectadores pelas CAGADAS, ainda se achou no direito de fazer piadas de tremendo mau gosto com uma delas.
O CLEBER MACHADO, para quem não sabe ainda, é o mesmo sujeito ANTIPÁTICO e ARROGANTE que comanda um Programa no SPORTV e age como autêntico ditador, porque quer, a todo custo, que sua opinião prevaleça.
Acorda, CLEBER, lique o DESCONFIÔMETRO!
Cordialmente,
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.
ESSA BOLA.
Os canais 38 e 39 da SKY são acéfalos, ou seja, não têm comando ou alguém competente para dirigi-los?
O assinante não suporta mais ouvir ROB PORTO e JÚNIOR dizerem, a todo momento, a “jurástica” expressão ESSA BOLA!
Será que ambos terão de retornar aos BANCOS ESCOLARES?
O uso da expressão ESSA BOLA é indevido, irregular, antiquado, impreciso, além de ser vício de linguagem.
Por favor, por caridade, pelo amor de Deus, o correto é usar A BOLA, simplesmente.
Cordialmente,
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.
GALVÃO BUENO.
Programa Esporte Espetacular, TV Globo, domingo, 8.
Reprises de alguns “gols” de RONALDO, narrados por Galvão Bueno.
Inacreditavelmente, em todos os lances, sem exceção, Galvão “apelidou” RONALDO de RONALDINHO.
É o único locutor do Brasil e do mundo que chama RONALDO por outro nome.
Galvão, por acaso, julga-se dono da Rede Globo de Televisão ou do Planeta Terra?
Seu Chefe é incompetente, seu puxa-saco ou morre de medo dele?
Já passou da hora desse cidadão, que ridiculariza Arnaldo César Coelho (já fez o mesmo com “Pelé”, numa Copa do Mundo) no seu Programa Bem Amigos, ser chamado energicamente a atenção.
Os executivos e proprietários da Globo ainda não perceberam que Galvão é antipático e inconveniente ao extremo, tanto assim que há vários SITES na Internet sugestivamente denominados EU ODEIO GALVÃO BUENO?
Outra boa pergunta: por que ninguém da mídia esportiva brasileira, em nome de uma falsa ética, critica a postura muitas vezes inadequada, arrogante e autoritária do Galvão Bueno? Só pode ser por bajulação, negligência e corporativismo.
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.
PREZADO LUCAS MENDES.
Meus sinceros parabéns ao PEDRO, que está “roubando a cena”!
Ele é extremamente simpático, fluente, objetivo, versátil e vai direto ao assunto.
No entanto...
O Programa Manhattan Connection continua caindo de nível.
As críticas (construtivas, é claro) que aí chegam são recebidas com desdém, indiferença e o mais completo desprezo.
Tudo começa por você, LUCAS, que as lê a “mil por hora” e ainda as ridiculariza.
O DIOGO MAINARDI, que se julga o paladino absoluto da verdade, tornou a repetir algumas vezes a palavra COMPLICADO.
Infelizmente, diante de tanta negligência, vou repetir a “reza”.
O dito vocábulo, de tão usado no Brasil, centenas de vezes, pela mídia esportiva, já se tornou chavão, lugar comum, portanto, vício de linguagem.
Ademais, seu uso constante denota pobreza vocabular.
Avise ao “intelectual” DIOGO MAINARDI que seria muito mais simpático e inteligente usar o sinônimo da “coisa”, ou seja, DIFÍCIL.
Espero que se corrijam com mais uma assessoria gratuita.
E a Língua Portuguesa, emocionada, agradece!
Cordialmente,
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.
LUCAS MENDES.
LUCAS, o que está havendo com RICARDO?
Ele, às vezes, parece robotizado, porque fala, fala, “a mil por hora”, mas nada diz!
O conteúdo de suas afirmações, repletas de chavões e lugares-comuns, tem sido muito frágil e superficial.
O caso dos bônus pagos pela AIG é um exemplo típico.
Como pode tentar justificar algo tão absurdo e inaceitável?
Ora bolas, os executivos deram, a eles mesmos, indevida e desonestamente, bônus a que não faziam jus, porque levaram a AIG à falência.
Fiquei estupefato por RICARDO achar justo, moralmente defensável e legal alguém receber bônus sobre PREJUÍZO.
Será que ele pensa que o telespectador e assinante é idiota, cego e burro?
É no que dá não levarem as críticas que recebem a sério.
Elas continuam sendo ditas com desprezo e ridicularizadas no Programa Manhattan Connection, a partir de você, LUCAS MENDES, um jornalista que até então eu considerava competente e sério.
Cordialmente,
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.
LÚCIO CASTRO.
Programa Redação Sportv de terça-feira, dia 9 de setembro.
LÚCIO, não fique ofendido com minha sinceridade e contundência.
Sei que é um profissional de muito valor, competente, que, inclusive, já produziu programas lindíssimos para o Canal SPORTV.
Só que você, de vez em quando, parece-me que entra em “transe”, ou, então, perde completamente o senso crítico.
Você pronunciou a expressão EU ACHO dezenas de vezes no referido Programa.
Chegou ao cúmulo do absurdo de dizê-la cinco (5) vezes consecutivas em igual quantidade de frases.
O uso constante e reiterado dessa frase chama-se redundância, pleonasmo, vício de linguagem, sabia?
A crítica construtiva recicla e faz crescer.
JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.
Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.
Ipiaú, BA.